laylla

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ao tempo o tempo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

criatura misteriosa

Criatura misteriosa.
que vieste como a chuva

Numa tempestade enraivecida
invadir meu ser!
Respirar meu ar
beber da minha alma

Sem nunca matar

Minha sede

Não que sofra mas
tenho medo das minhas lágrimas

Elas poderiam inundar o mundo.
vieste e de forma assim insensível
te retiras de minha alma

De minhas loucuras contidas.
Nada te impedira em tua cegueira

Não tens compaixão
não importa a minha dor.
mas o meu amor por ti

Só solidificará teus sonhos

Tua alma realizará teus mais íntimos desejos
Não te assustes! Meu amor é manso suave
como a brisa, depois do teu temporal.

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