laylla

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ao tempo o tempo

domingo, 10 de fevereiro de 2013

triste colobina

quando acabar o carnaval e a fantasia tiver fim


que tudo se tornar igual,quem é que vai lebrar de mim

daquela alegre colobina que encontrou com um

pierrot,que nos tres dias de folia ,

viveu um sonho de amor

quando acabar o carnaval e o beijo virar saudade

quem é que vai acreditar que era so felicidade

quem vai dizer pra colombina

que folia teve se acabou

que ela não é mais a menina

que o amor chegou ao fim

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

de vez em quando

De vez em quando eu penso em você
Como aquele filme antigo que passa
Na sessão da tarde e a gente acaba rindo
De novo.
É claro que neste caso podemos mudar de canal
Mas na memória não funciona assim
O jeito é só deixar passar, e passa.
De vez em quando uma musica lembra você.
Como se fosse aquele tema de novela, criado
Pra o momento de romance de dois personagens.
A diferença é que na novela sempre tem final feliz.
De vez em quando eu penso em você,quando o cheiro de um perfume,me lembra
Aquela brisa que soprou na gente
Quando vimos o mar pela primeira vez junto.
Depois disso eu nunca mais fui à praia.
De vez em quando eu penso em você.
Quando escuto uma gargalhada, que vinda de você
Pareciam sinos enchendo o ar de som.
É meu querido de vez em quando eu penso em você...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Ja fiz

Já cometi erros que nem eu perdoei
Já tentei esquecer pessoas que me fizeram mal
Já perdoei erros quase imperdoáveis.
Já fui amada, nem sempre amei
Já fui santa, às vezes demônio
Já fui sincera, mas também já menti
Já chorei sozinha em noites de natal
Já enfiei o pé na jaca no ano novo
Já passei um trote só pra ouvir a voz dele
Já esqueci quem era ele
Já morri varias vezes de saudade
Já cantei em karaokê
Já tomei um grande porre
Já me dei por amor
Já curei uma grande dor
Já fui fanática religiosa
Já aprendi a equilibra a fé
Mas vivo!Curto a vida!
O que ela me dá
O que ela me deixa ser
E sempre assim que eu quero vive

terça-feira, 13 de novembro de 2012

minha vila minha vila

ah! minha vila querida

Calçadas cheias de poesia
Um caminho musical
Pedras que contam historias
Vila de Noel, vida no papel
Uma simples vereda
Cheia de lembranças
Ruas cruzadas, pessoas que
Se cruzam, quem sabe?
Voltem a se cruzar
Um boêmio em cada esquina
Um amor perdido em cada rua
Um amor a mais
Um amor a menos
Quem sabe?
Na noite seus sons
Encantam, o riso fica fácil
Vila das Lembranças.
grandes figuras, apenas figuras,
violões que tocam sambas
Cantores que cantam dores
Vila das Lembranças
que o tempo não consegue destruir
É ali que vou morar ,
viver e morrer ali...

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Meu Deus!

Fico muito assustada com a sem cerimônia
de certas pessoas de fazerem atrocidades
na vida dos outros e depois
Partirem como se nada houvesse acontecido
Pessoas de alto conhecimento espiritual
Donas de uma eloqüência e simpatia
Atraente, mas que no fundo
Guardam um veneno e uma falsidade
Destrutiva.
Em suas carinhas de anjo escondem um demônio cínico e mortal.
Eu que pouco tenho que pouco sonho, peço a Deus que deles tenha piedade,,, piedade

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

saudades



Tenho saudade de você,
Da nossa estranha amizade
Das nossas conversas ,de mim falando de coisas que não me
Cabiam mais da paciência que existia em você, coisas sem sentido
Voce falando de sua infância feliz, da vó do vô, do primeiro violão, da primeira namorada, do pé na estrada, de ser feliz.
Quanta madrugada a gente acordou com o dia.
Quanta estrela a gente deixou com sono esperando a gente ir pra casa, quanta coisa a gente sonhou, como um futuro de sucesso.
Sinto saudade de voce.
Pena que o destino mudou,
E não nos deixou fica lado a lado

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

alma

que alma esconde este meu corpo?
que infinita solidão vou deixando na poeira dos meus passos
achei que felicidade fosse uma flor
que se abriria no ceu.
mas ela era de plastico,so tinha beleza
sem perfume
que alma esconde este meu corpo?
derramei lagrimas de menina
feito chuva fina de verão
ainda me restava um pouco de inocencia
guardadas pela dor,
mas meu coração ja se parecia caatinga
sem vida
com terra seca e rachada
olhei pra o céu e pela ultima vez vi a estrela
que me guiava,mas eu ja não tinha mais medo
nem do esquecimento,nem da escuridão
pra onde eu ia.
dizem que o céu é escuro
por isso prefiro a luz do inferno
a vida já não sedu
z ...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A tempo





Ai você percebe que o que doía, não dói mais
Vai percebendo que não precisa de uma pessoa
Para ser feliz, mas de muitas.
O tempo passou e você percebeu que tudo,
Não passou de um engano.
Percebe também, que não era tanto amor assim
E que definitivamente ele não era o cara.
Você volta a olhar em volta e ver o mundo
De novo, como se esse hiato
Nunca houvesse acontecido.
Um dia você escova os dentes e nem lembra
Da outra escova.
Percebe que agora não fica tanto tempo no computador.
Que não bisbilhota a o face,
Que já pode sorrir sem chorar.
Ai você também percebe que ainda tem tempo de sobra
Pra viver sua vida, cuidar das suas coisas e seguir em frente
E isso te da uma paz que a muito
Tempo você não sentia
Como se o relógio voltasse a andar e você
fosse  junto com o tempo...
Você aprende a gostar de você

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

áe preciso que me perdoes...




É preciso que me perdoes.
Pelo que julguei sentir
Quando me apaixonei por ti
É preciso que me perdoes
Por tudo em que acreditei
Pelas verdades que te contei
Pelos sonhos que te sonhei
Por tudo que fiz por ti
É preciso que me perdoes
Por acreditar que amar demais
Fosse o suficiente
É preciso que me perdoes
Pela dor que nos causei
Por não ter te visto
Como realmente eras.
É preciso que me perdoes
Por ter me mostrado tanto
Por confiar no teu sorriso
É por sonhar contigo.
É preciso que me perdoes
Por eu estar assim tão à toa
Tão cínica, tão descrente
É preciso que me perdoes
Por não poder te perdoar
Por me permiti sentir
Tanta dor ,por descobrir
Que não se morre de amor
É preciso que perdoes
Por que não posso te esquecer
Mas que esqueço meu nome
Quando penso em você
É preciso que me perdoes
Pelo dor que te causei
Desde o primeiro instante em que
Te amei

Em busca da luz



Em busca da luz.

conheço muito bem aquilo
que não se vê na luz
para isso não existe
limite, bom senso
reflexo.
num deslize,
tudo se perde
e torna-se matéria inútil,
miséria, uma ilusão
semente estéril.
neste lugar, não existe
vida ou morte
nada pode ser provado.
A consciência se perde
Num infinito eterno.
Agora nada esta acontecendo.
Por descuido, perco-me em formas
Inexatas
E me torno apenas um amontoado de órgãos
jogados ao leo.
mãos, pés, orelhas, câncer,
boca, buceta,
uma droga de cada vez.
tenho uma besta que me
distrai da minha verdadeira realidade,
chafurda em minha existência
e goza na minha cara ,
mas não tenho mais medo de nada
já sei tatear na escuridão daquilo
que não se vê