laylla

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ao tempo o tempo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

De repente eu dei um nó
muito apertado, desses de marinheiro
Enlaçava a vida,
a minha vida!
Desatei o nó do nó,
precisava voltar a respirar
a vida.
fui ao fundo,voltei
Tomei fôlego
com outro olhar,
sorriso aberto,
coração livre.
sem nó, o amor é intocável
Um nó prende o que há de melhor
Enforca mas não mata
De repente eu dei um nó
E não me senti só
Mas não andava
Não pensava,eu só dava
Um nó
Ai eu desatei o nó
A principio quis chorar
Mas sem o nó
eu tive dó
Chegou a hora de voar!

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