laylla

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ao tempo o tempo

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

um AMOR

Sempre quis um amor
que vivesse a vida
sem reclamar dela ou disso
sem muito lero lero
sem muito sacrifico
sem artifício,sem ossos do oficio

Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse inteiramente só
nas nossas mãos
sempre quis um amor
que me coubesse no passado presente e futuro
e me alternasse em criança e adulto
que hora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que hora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse o medo- brincadeira
sempre quis um amor
que sem tensa corrida
ocorresse apenas isso

Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da poesia
por ele acabar.
Sempre quis  um amor que
soubesse que sou Ouro e Mar
E que assim mesmo me amasse
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela,com medo
Dela acabar,porque felicidade
Um dia acaba
Ah, eu sempre quis uma amor
que amasse...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

do outro lado da sala

Eu estou aqui do outro lado da sala .
 Do outro lado da sala eu vejo voce.,
daqui eu tambem vejo  sua dor da solidão,
do desamor.
Daqui do outro lado da sala eu escuto voce cantar.
Nos fazemos poesia,mas  não falamos a mesma lingua.
voce faz versos livres ,eu so sei a rima
Daqui do outro lado da sala
eu sinto a tua  agonia
compreendo a tua raiva calada de estar fora do seu tempo
e vejo voce jogado no vento.
Daqui do outro lado da sala eu te vejo,mas  a uma distancia
maior que um oceano e eu não sei navegar,ainda tenho medo do mar
Voce sabe que eu estou do outro lado da sala mesmo sem me olhar
e onde sempre estarei e se um dia voce precisar me ouvir,
 bem  voce sabe  nadar

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

TIRA TUAS FERIDAS DO MEU CORPO
DESATA OS  TEUS NOS DA MINHA ALMA
DEIXA A TEIMOSIA DE  VER PELOS MEUS OLHOS
ESTE TEU AMOR INSANO ME ATRAPALHA
SE  VOCE FOR EU NÃO ME IMPORTO MAIS
ACHO QUE UM  DIA ATE O AMOR PERDE A GRAÇA
A ESPERA CANSA FEITO CONSULTÓRIO DE  DENTISTA
O AMOR VIRA PROBLEMA DE DIVÃ DE
ANALISTA

terça-feira, 3 de agosto de 2010

deixe que me venha o amor...


Só quero esquecer meus velhos erros

E me preparar para os novos que virão.

Não quero mais me machucar,

Nem sangrar de novo

Vou parar de me preocupar

E ser como eu sou!

Uma boa amiga,

Uma alma errante

Aparentemente calma...

Eu já fui farsante,

já vesti a máscara,

me perdi num instante...

Mas quero me achar

E quando o amor chegar

Que se pendure em minhas asas

Pois além dos limites de minha liberdade

A felicidade há de me esperar.

Por ora eu sou

Apenas uma estrelinha

De brilho suave

Meio escondida

Nas entrelinhas da vida...

Não me diga o que é errado

Não tente ser como eu

Não tema os meus mistérios

E deixe que me venha o amor...

Deixa vir o que for.
E não me venha falar de amor


Eu já não sei o que é isso...

Sempre que tentei eu errei

E machuquei quem eu mais queria proteger.

Perdi minha essência e meus sonhos,

buscando ser melhor...

Foi pura vaidade minha,

não pode ter sido amor.

Eu só queria ser melhor...

Eu só queria ser feliz...

Mas o que foi que eu fiz?

Provei a todo mundo que não sei o que faço,

Que não sei o que sou,

Que não sei respeitar os sentimentos dos outros

E tampouco os meus...

Eu não sei amar

E não me venha falar de amor...