laylla

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ao tempo o tempo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

vil

vi enfim a alma vil da criatura
O rosto cínico disfarçado
na máscara de formosura,
tanta palavra vazia
Triste é a viagem
em companhia da secura
joguei meus pensamentos na c orrenteza
do rio

...

minhas palavras,secam minha boca
meus olhos secam minhas lágrimas
meus sonhos secam minha vida
minha alma se eleva acima de mim
e não vejo meus erros.
minhas esperanças se foram
com a idade
tanto tempo,tanto desperdício...
as pessoas más venceram sua luta
mas meus sangue não ficou
no campo de batalha
nem a dor restou...
tenho a PAZ,tenho o caminho terminado
tenho todas as minhas respostas
o final esta fechado...

violão

ah violão tocas bem esta canção
das tuas cordas
saem as notas
que empanam a minha dor
consolas dois corações
benditas as mãos do tocador.

ouvi no teu vibrato ,
o som da chuva
minha musica preferida
alegria dos meus ouvidos
desta alma tão sofrida.
musica sempre presente
umas vezes me faz triste
o que me deixa contente
é saber que tu existes

sai da minha festa!!!

quinta-feira, 12 de Agosto de 2010
Quem foi que lhe disse que a porta ia ficar aberta?
quem te ensinou o caminho que levava a mim?
Quem lhe falou que eu era a hora certa?
e que na certa eu estaria a fim?
não me cutuque com sua vara curta
talvez não surta o esperado efeito
se fui fiel como calada e surda
hoje sou curda, faço o meu conceito.
Revolva a cara
desmanche a testa
tire o seu copo
da minha festa.
Desfaça a farsa
deixe o que resta
tire o seu corpo
da minha fresta.
mas que desaforo