laylla

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ao tempo o tempo

terça-feira, 17 de maio de 2011

Rua vazia

Uma rua vazia

Uma lampâda quebrada

A cadela no cio

Um lobo na estrada

Uma dor, um arrepio

A boneca jogada

Do cigarro fumado

A bagana deixada

A boca mal pintada

Um olhar lascivo

A mordida ,a dentada

O cheiro da boca

Acordar assustada

A mentira maldita

A queda ,a escada

Nos becos a saida

Esconder a escapada

Da coruja ,o pio

Alma mal assombrada

A garrafa quebrada

A rosa putrefada

O vermelho do sangue

A minha vida?
Um caco.

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