laylla

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ao tempo o tempo

domingo, 6 de março de 2011

esperança ....desesperanças

Tantas formas me revestem,

E nenhuma me agrada!
Às vezes vejo o amor,

E quase acredito.
Todo o amor é um grito
de dor desesperado
Que apenas o coração ouve.
Peco, por aceitar menos
mas por mais absurdo que seja

Sou apenas um ser humano.

Não quero que as dores

Se apaguem,
mas que saiba dominá-las
no meu coração.

Mesmo sendo tão covarde, Senhor,
me deseje sua misericórdia
lembre-me da ternura aquecida
e as rosas que cultivei,
porque de ti, jamais esquecerei.

Versos tristes...
e o amor persiste, não posso evitar!
A porta continuará aberta
esperança boba de que vais voltar.
ando em silêncio na noite sem graça
pela mesmo lugar onde te encontrei
a solidão aumenta e o tempo vai passar,

Talvez restem promessas esquecidas

Que um dia eu acreditei.

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